O PODER DA GENTILEZA
- PAI RAFAEL
- 6 de jun. de 2016
- 2 min de leitura

Será que nós sabemos o real poder da gentileza?
Muitas vezes, ao precisar das pessoas (a nível pessoal ou comercial) somos tratados com grosseria, com rudeza ou mesmo com agressividade. Nessa hora, nossas adaptações animais promovem uma descarga de adrenalina e de outros hormônios que fazem nossa pressão subir e o coração acelerar, desencadeando um processo chamado de "fuga ou luta", consequência do estresse ao qual fomos submetidos. A etapa seguinte dessa mesma escalada é a resposta à agressão, cada um à sua maneira, na tentativa delirante de não ficar "por baixo" ou de devolver o mal sofrido.
Mas será que precisa ser assim?
Nós possuímos mecanismos de resposta a estresse semelhante àqueles encontrados em macacos, morcegos e cachorros. Mas nós não somos dessas espécies. Estamos em uma realidade diferente. Temos a chance de escolher, de arbitrar o que vamos fazer. Ou seja, não precisamos seguir o impulso animal de rosnar e brigar quando somos provocados, é sempre escolha nossa.
E há uma outra coisa que todo animalzinho semelhante a nós gosta, a ponto de torná-lo manso. Que é a GENTILEZA.
Entendo gentileza como uma ação, palavra ou postura que demonstra que você não vai agredir, não vai julgar e que você compreende e aceita o outro como ele é, demonstrando que ele não precisa ser agressivo, que está na frente de alguém que o reconhece e, portanto, não precisa "se defender".
Normalmente, quando uma pessoa rude ou agressiva é confrontada com um comportamento gentil, tende a sair do modo hostil. Nem sempre é de imediato (talvez seja difícil pra ela), mas pelo menos uma forcinha ela vai fazer, quebrando assim com o ciclo de negatividade que se forma quando duas ou mais pessoas começam a se agredir, libertando as auras da sujeira mental que se agregaria e produzindo aprendizado para ambas as partes.
Por isso, lembremos: a mente humana sabe reconhecer um comportamento verdadeiramente gentil e isso tende a inibir a agressividade.
Parece uma boa ideia não é? Vamos praticar?






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